Qual a sua Pegada Ecológica?

A expressão Pegada Ecológica, em inglês ecological footprint, refere-se à quantidade de “planetas” que seria necessária para nos sustentar.

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da natureza.

A Pegada Ecológica é uma estimativa que nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer e renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos em todos esses anos.

Seu estilo de vida diz tudo: Qual a relação entre o seu cotidiano e o meio ambiente?

Alimentação
A alimentação é um item muito importante da nossa qualidade de vida, mas, além disso, uma dieta natural e equilibrada é bastante favorável à preservação dos ambientes.
Por trás do consumo de alimentos está o impacto ambiental causado pelo uso de agrotóxicos, desmatamento de florestas nativas para a plantação de monoculturas, queimadas dos resíduos da agricultura, entre outros.
A falta de informação no momento em que escolhemos o que levar à mesa e o desperdiço acarreta a uma exploração irracional dos recursos do planeta. Lembre-se de que não faltam alimentos no mundo e sim uma distribuição mais justa. 

Água
Todos os dias você escova os dentes, toma banho, lava as mãos, faz comida, lava a louça e a roupa, utiliza a descarga.
Você já pensou o quanto tudo isso consome de água por dia?
Você já parou para pensar o que aconteceria se todos no planeta agissem como você?
 

Energia elétrica
Diariamente, você faz funcionar quase que inconscientemente luzes e eletrodomésticos como chuveiros, computadores, microondas etc. Também ouve música ou notícias no rádio, assiste a programas de TV, lava e seca roupas em máquinas, usa elevadores, escadas rolantes, ar condicionado. Você já pensou quanto tudo isso “custa” ao meio ambiente?

No Brasil, apesar do grande potencial eólico e solar, a maior parte (97%) da energia que consumimos é elétrica produzida por hidroelétricas, que exigem para seu funcionamento a construção de grandes barragens.

Consumo e descarte
Quanto mais consumimos, mais lixo produzimos. Os resíduos naturais, ou matéria orgânica, podem ser inteiramente absorvidos pela natureza, mas materiais como o plástico, metal, borracha e outros não podem ser eliminados da mesma forma. Eles levam milhares de anos para se desfazer no ambiente. Mas você pode contribuir (e muito!) se separar e reciclar os materiais descartados.  

Transporte
Quanto você se desloca por dia? De que forma? Carro, ônibus, trem, metrô, a pé ou de bicicleta?
A maioria dos meios de transporte que utilizamos em nosso cotidiano utiliza combustíveis fósseis, como o diesel e a gasolina. Por isso, um transporte sustentável tem de transportar o máximo de pessoas possível gastando o mínimo de combustível.

 

Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta, ou seja, de acordo com o que a Terra pode nos fornecer.

Avaliar até que ponto o nosso impacto já ultrapassou o limite é essencial, pois só assim poderemos saber se vivemos de forma sustentável.

Ficou curioso?
Faça o teste e calcule o seu impacto sobre o planeta.

http://www.pegadaecologica.org.br/ 

Semana que vem confira aqui dicas de como reduzir sua Pegada Ecológica! 

 

Besni Sustentável: Preservar nunca sai de moda!  

- Fontes:
WWG Brasil
CEPEL

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Autor: Nadja Costa

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Papel de bagaço da cana de açúcar

1 tonelada de papel branco novo precisa de 60 eucaliptos de 6 anos de idade, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia para ser produzido. 

Diante deste cenário fica fácil concluir que a fabricação de papel é uma atividade altamente poluidora. Empresas fabricantes de papel são classificadas como motivadoras de desmatamento, alteradora de paisagens com plantações de eucaliptos, poluidoras de rios e lagos e grandes emissoras de gases do efeito estufa. 


A Besni pensando em alternativas para reduzir nosso impacto ambiental, optou pela substituição do papel branco pelo papel produzido com bagaço de cana de açúcar em seus escritórios, no centro de distribuição e em todas as lojas da rede.  

Porque o papel de cana de açúcar?



Primeiramente porque utiliza um resíduo de grande abundância como matéria-prima. O bagaço da cana é o resíduo da moagem para retirada da garapa e posteriormente o açúcar. Até pouco tempo o bagaço tinha três possíveis destinos: servir de combustível para as próprias usinas ou servir de adubo em algumas culturas e a sobra, sua maior parte, era encaminhada para a queima, atividade que emissora de gases do efeito estufa. Estudos comprovaram que no bagaço da cana existem fibras de qualidade para fabricação de papéis com níveis de pureza, biodegradabilidade e reciclagem de 100%. A produção de papel a partir destas fibras utiliza menor quantidade de produtos químicos na transformação e atinge 89º de brancura, absorvendo assim melhor a luz do que os demais papéis reciclados, facilitando a leitura. 

Assista ao vídeo abaixo e entenda como é o processo de fabricação do papel de bagaço de cana.



 

Besni combina com o preservar o meio ambiente, combina com você!

 

 Fonte de referência: GCE Papéis (http://www.gcepapeis.com.br)

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Autor: Nadja Costa

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e-Lixo

Hoje em dia quem consegue resistir a tantas novidades tecnológicas? No Brasil, o tempo médio de uso de um celular é inferior a dois anos e o de um computador é de quatro anos nas empresas e cinco anos nas residências. O problema é que quando você descarta um equipamento eletrônico que não possui mais utilidade, você está gerando um lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo”.

São materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, liquidificadores, microondas, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana.

Alguns dados


- Em 2009, no Brasil, foram comercializados 11 milhões de computadores. Estima-se um crescimento das vendas em 16%, para este ano;

- Em 2007, pela primeira vez, o mercado brasileiro comercializou mais computadores do que televisores;

- O número de pessoas com acesso à internet no país chegou a 46,9 milhões em março deste ano;

- Daqui a quatro anos, cerca de 1,8 bilhões de pessoas, ou 25% da população mundial, vão estar conectadas à rede mundial de computadores;

- Em 2006, foram comercializados, no Brasil, 10,8 milhões de televisores novos. Com essa expansão, nove entre dez casas possuem aparelhos de televisão atualmente.

 Então, imagine o seguinte cenário: Hoje, o país tem 130,5 milhões de celulares. Se daqui a dois anos todos forem trocados, aonde é que vai parar esta montanha de celulares descartados? A boa notícia é que boa parte deste lixo pode ser reutilizado em equipamentos ou outros produtos novos. Basta que todos dêem um destino adequado ao seu “e-lixo”.

Dicas

- Você trocou de celular, computador ou algum outro equipamento eletrônico e não sabe o que fazer com o antigo? Não jogue no lixo! Veja se o equipamento antigo ainda tem alguma utilidade pessoal ou profissional. Em caso negativo, somente doe o equipamento para alguém ou alguma entidade que você sabe que vai usá-lo;
- No momento da aquisição, prefira equipamentos com várias funções. Um aparelho pode substituir dois ou três;
-
Procure sempre produtos que consumam menos energia e dê preferência àqueles com selo Procel de Economia de Energia;
-
Não compre produtos de origem duvidosa, sem garantia e responsabilidade sócio-ambiental; procure saber se o fabricante do eletrônico possui certificação ambiental;
-
Se não for usar o seu equipamento eletrônico, deixe-o desligado. A geração de energia tem custo para o meio ambiente;
-
Lembre-se que o monitor é responsável por 50% da energia consumida do seu computador;
-
Imprima somente o necessário. Além de economizar papel, você aumenta a vida útil do cartucho da impressora e do próprio equipamento;
-
Não acumule pilhas usadas dentro de casa, leve-as para um posto de coleta assim que forem inutilizadas. O vazamento de baterias pode causar danos à saúde.

Para facilitar a vida de quem quer descartar eletroeletrônicos antigos, a Secretaria do Meio Ambiente em conjunto com o Instituto Sérgio Motta lançou em março, um site onde o internauta insere o CEP de sua residência, escolhe o tipo de material a ser descartado e aguarda o buscador selecionar os pontos próximos do endereço sugerido. O E-lixo Maps, como foi chamada a ferramenta, funciona no site e-lixo.org e conta com 750 postos cadastrados na capital e em outras grandes cidades do Estado. A página usa a plataforma Google Maps para localizar os endereços. Outra opção é ligar na assistência técnica autorizada do fabricante e pedir uma indicação do destino adequado.


Fontes:
- E-lixo Maps (http://www.e-lixo.org)
- Multirão do lixo eletrônico (http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico)
- Jornal “O Estado de S.Paulo”
- IT Web (
http://www.itweb.com.br)

 

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Autor: Nadja Costa

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Maioria não vai às compras com sua Ecobag

 

 

Pesquisa conduzida por uma confecção de sacolas ecológicas, a Gatto de Rua, expôs um problema que diretores de grandes redes de hipermercados já haviam constatado: o aumento no número de pessoas que têm ecobags não necessariamente significa uma diminuição do consumo de sacolas plásticas na mesma proporção.

De todas as pessoas consultadas, apenas 34% possuem as sacolas ecológicas. Dessas, 71% não estavam utilizando sua ecobag na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram: esquecimento, pouca praticidade para carregar a sacola e a opção de alguns consumidores em reciclagem das sacolas plásticas para outros fins.

Isso mesmo: a maioria das pessoas que têm ecobags não as levam para as compras! Essas sacolas são usadas como bolsas comuns e até (e somente) como acessório de moda.

De que adianta usar uma sacola que estampa palavras como: “consumo sustentável”, “não sou de plástico”, “consciência ambiental”, se ela não está diminuindo realmente o consumo de plástico, como era a sua proposta original? Só por que ser “verde” virou moda?

Algumas dicas para ter sua Ecobag sempre à mão:

Aos que nunca lembram de pegar sua Ecobag antes de sair, para os que decidem comprar coisas “no meio do caminho” – ou seja, saíram de casa sem ter o intuito de comprar – e também aos que não acham as ecobags práticas:

* Sempre tenha uma ecobag mais prática na bolsa. A Ecobag da Besni dobrada vira uma bolinha que não ocupa muito espaço. 
* Já os homens também podem encontrar alternativas. É só ter uma ou duas sacolinhas plásticas no bolso do casaco ou da calça. Se cabe uma carteira, cabe uma sacolinha imperceptível.
* Em casa deixe sua ecobag bem a vista, em locais que você sabe que irá olhar antes de sair para as compras. Quem sabe, a ecobag pode até virar decoração na sua sala ou na sua cozinha.
* Tenha sempre uma ecobag dentro do carro para quando resolver dar uma passadinha no shopping ou no supermercado.
* Se você vai ao supermercado ou à feira com aqueles carrinhos de metal, abra sua ecobag dentro dele e sempre deixe por lá.

 

 

 

A ecobag do Besni Sustentável está disponível para venda em todas as lojas Besni. Procure um atendente, informe-se, faça a sua parte e não fique de fora desta moda! 

Besni Sustentável: Preservar nunca sai de moda! 

Fonte de referência: http://www.varejosustentavel.com.br

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Autor: Nadja Costa

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