Besni apóia o filme brasileiro "O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes"

 

Alguém duvida do sucesso das animações em tecnologia 3D? Filmes como 'Shrek', 'Ratatouille' e 'Kung Fu Panda' são apenas alguns nomes que conquistaram admiradores com seus personagens expressivos.

 

Seguindo a tendência de gigantes como Dreamworks e Disney/Pixar, uma equipe liderada pelo publicitário Walbercy Ribas resolveu "ir em frente" e produzir uma animação semelhante no Brasil. O resultado é 'Um Grilo Feliz e os Insetos Gigantes', filme feito na produtora Start Desenhos Animados, em São Paulo, que chega em 9 de janeiro aos cinemas.

 

O Grilo Feliz já teve um filme lançado em 2D mas, segundo Ribas, o segundo não é uma seqüência do primeiro, embora o protagonista continue com o mesmo jeitinho: adora música e a floresta, que ajuda a preservar.

 

Para acompanhá-lo na aventura em 3D foram criados novos personagens, que reforçam o lado cômico da animação. "Os sapos devem dar um equilíbrio ao perfil poético do grilo".

 

Grandes, coloridos e com bonés para trás, os sapos são rappers na história e, em certo momento, se juntam ao Grilo para lutar contra a pirataria de CDs. Atrapalhados, também são responsáveis por boas partes das piadas, segundo o diretor.

 

Também fazem parte da turma Bituquinho (besouro), Rafael (gafanhoto) e Pétala, uma "grila" que promete tirar a concentração do Grilo.

A idéia da atração é dar uma cara "menos infantil" e mais "família" ao longa-metragem. "O filme não tem fadinhas e nem castelinhos. A proposta é divertir e mostrar bons exemplos para as crianças".

 

Até deixar a história pronta, foi preciso passar por várias etapas, como conta o diretor. As primeiras "fases", que incluem roteiro, as cenas do storyboard e a "cara" dos personagens foram feitas à mão por Walbercy. Também foi preciso uma pesquisa para encontrar a voz para os personagens.

 

O próximo passo foi entregar tudo nas mãos do animador, para dar vida ao boneco no computador, através de um "esqueletinho" criado para cada um deles. Ao escutar as falas e modelar o personagem, a história começa a ganhar forma.

 

Os "astros" e as paisagens vão sendo modelados, ganhando cor e textura e sendo devidamente iluminados. Os detalhes, como uma pegada na areia, também começam a aparecer e os efeitos sonoros vão sendo incorporados à trama. Depois de alinhar o som e as imagens, o filme é transferido para a película, formato que chegará aos cinemas.

 

A trilha sonora também faz parte do processo. No filme do Grilo, fazem parte algumas músicas famosas, como "A Festa", de Ivete Sangalo, cantada com algumas alterações na letra, e "Amor Maior", do Jota Quest.

 

(informações do site uol)

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Autor: raquel

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Capítulo 2 - Pangaea - As primeiras decisões

A conversa com o Mike foi direta e franca. Ele me disse que precisava de um médico e que tinha pretendentes, mas que nenhum deles tinha a disponibilidade ou a experiência necessária. A porta estava aberta desde que eu estivesse disposto a me dedicar integralmente ao projeto. E ele tinha pressa. Estávamos em meados de março e eu teria que estar disponível a partir de junho, para os eventos promocionais que aconteceriam na Europa. Topei.

A seqüência de eventos desencadeada a partir desse dia foi oportuna e cronologicamente precisa. O primeiro passo foi obter a autorização do meu pai, que além de pai é também meu chefe. No sábado seguinte, saímos para velejar e ao retornar para a marina, mostrei a ele o barco e disse que iria percorrer o mundo naquele barco. Para minha surpresa ele falou que faria o mesmo, se tivesse a oportunidade (talvez ele tenha achado que eu não estivesse falando sério!).

O próximo passo foi procurar um patrocinador que garantisse a manutenção da minha estrutura no Brasil, uma vez que teria que pedir demissão de meus empregos. Na segunda-feira, combinei tomar um café com o meu amigo (e paciente) João Carlos Behisnelian, na Doceira Dulca do Hospital Sírio Libanês. Os estreitos laços de amizade e o respeito que tenho pela família Behisnelian e o alinhamento da BESNI com programas de sustentabilidade foram fundamentais para que chegássemos rapidamente a um acordo.


Autorização familiar e patrocínio garantido! Agora faltava elaborar a lista de todo o resto! Empregos, consultório, contas bancárias, casa da praia, barco, pacientes, apartamento em SP e o mais difícil de tudo, obter autorização da namorada! Decidi que dez anos de plantão no Pronto Atendimento do Hospital Sírio Libanês eram suficientes e pedi demissão.

Obtive apoio do chefe do serviço, Dr. Fernando Ganem e da direção do Hospital, com o qual mantenho estreito vínculo afetivo e profissional.  Solicitei licença do meu cargo de chefia no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. O Professor Samir Rasslan, diretor do Serviço de Cirurgia Geral, embora reticente, entendeu as minhas razões e me deu a benção.Vendi a casa da praia (sei que vou me arrepender) e comprei o apartamento em que morava de aluguel em São Paulo.

Demiti a minha secretária Eliane (mas ela não perdeu o emprego) e encerrei temporariamente as atividades no consultório. Conversas prolongadas com pacientes especiais, reuniões com gerentes de banco, contadores, secretárias, reuniões na BESNI, festas de despedida com os amigos e familiares e quase tudo pronto. Deixei o meu barco no Guarujá aos cuidados do meu indispensável marinheiro, o José Bernardino da Silva, Roberto como é conhecido e iniciei as negociações com a minha namorada, a Aline.Em fevereiro deste ano, depois de anos namorando, decidimos morar juntos.

Em março, eu decidi que partiria em junho. Tendo participado de todo o processo e de minhas decisões, ela entendeu que participar do projeto seria uma oportunidade única. E ela ainda teria que administrar o apartamento, pagar as contas e fazer o meio de campo com a BESNI. Em contrapartida, teria a oportunidade de me encontrar pelos cantos do mundo. Eu a amo por isso.

Enquanto organizava minha vida no Brasil, tive poucas notícias do que acontecia no barco. Apenas alguns relatos e fotos que obtive no site oficial do Mike (www.mikehorn.com). Soube que o barco já estava na Europa, que o batismo em Mônaco com a presença do Príncipe Albert, tinha sido um sucesso e que o barco iria para a Espanha. Mas, sem nenhum contato pessoal com o Mike, eu já estava ficando apreensivo. Lembrei do e-mail do Felipe, um dos brasileiros que havia partido do Brasil como tripulante. Escrevi uma mensagem e ele respondeu. Respondeu falando que estava em Londres e que já tinha abandonado o projeto por razões pessoais. Da mesma forma, outros dois brasileiros, além do fotógrafo e do capitão, também estavam fora. Preocupante para mim, pois a essa altura já tinha tomado algumas decisões irreversíveis e teria que tocar adiante.

Telefonei para o Mike e perguntei se o nosso compromisso continuava em pé. Ele me respondeu afirmativamente e pediu para que eu entrasse em contato com sua esposa Cathy, na Suíça, solicitando a ela que organizasse a minha viagem para a Europa. Faltava definir quando e aonde, pois o cronograma não estava definido. Já estávamos no final de abril, quando finalmente acertamos a minha partida para o dia 10 de junho. Destino, Lorient, no noroeste da França.

E continua no próximo capítulo.

 Acompanhe as nossas aventuras e desventuras a bordo do Pangaea aqui no Blog de Sustentabilidade da BESNI.

Um abraço, Dr. Claudio
 

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Autor: Pangaea

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Roupas do Bem - Quando a moda vira atitude ecológica

E se comprando uma roupa nós estivéssemos ajudando a retirar o lixo das ruas? E se usando uma camiseta estivéssemos dando emprego a centenas de pessoas que, antes, não passavam de sobreviventes nas cidades? E se, além de tudo, ela fosse descolada, moderna e bonita? 

Essa é a Roupa do Bem Besni! Uma camiseta confeccionada com 50% de fios de poliéster de Garrafas PET recicladas!

 

O projeto nasceu há aproximadamente 1 ano, com a necessidade de um produto inovador e que desce o devido destaque para a preocupação ambiental que está nos valores da empresa.

A idéia de trabalhar uma linha infantil partiu do princípio de que toda criança é uma semente para o futuro, e que elas são grandes multiplicadoras. Por isso investimos na criação de mascotes que agradassem aos olhos desses pequeninos, sem esquecer do nosso país.

 


Assim, conversamos com Fernando Gonzáles – cartunista e seguidor das causas ambientais – para que criasse os bichinhos da nova confecção da Besni. Eis que cada um deles saiu mais simpático e educativo que o outro!

 

 

 

Em todas as unidades das Lojas Besni você pode encontrar as Roupas do Bem! Faça parte dessa iniciativa!

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Autor: raquel

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