São Paulo terá Virada Sustentável nos dias 4 e 5 de junho

Mais de 300 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade, agitarão a capital paulista durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Com centenas de atrações espalhadas por mais de 60 espaços e parques da cidade, São Paulo receberá, nos dias 4 e 5 de junho, a primeira edição da Virada Sustentável, que tem o objetivo de ampliar a informação sobre sustentabilidade a partir de uma abordagem positiva para a população, usando a arte e a cultura como principais ferramentas de comunicação – e transformação.

A proposta é simples: “inspirar” o cidadão a conhecer os temas da sustentabilidade utilizando uma abordagem diferente, na qual a arte e o lúdico aparecem como principais elementos de conscientização para uma sociedade melhor.

Logo após a abertura, que ocorre no sábado às 8h com atividades de yoga e meditação nos parques, a capital paulista será tomada por diversas atrações, como exposições, filmes, oficinas, workshops, peças e shows de música, sempre com conteúdo ligado aos temas da sustentabilidade. Meio ambiente, biodiversidade, direitos humanos, mudanças climáticas, mobilidade urbana, lixo e qualidade de vida serão alguns dos temas das atividades. Todas as atrações são gratuitas. No primeiro dia, as atividades acontecem das 8h às 24h. No domingo, as atrações iniciam novamente às 8h e terminam às 20h.

"A Virada Sustentável teve a preocupação, desde o início, de pulverizar sua programação em diferentes locais da cidade, de forma a evitar grandes deslocamentos e, principalmente, grandes aglomerações em um único local.” explica o jornalista André Palhano, organizador do evento.

Acesse o site de evento e consulte a programação completa: www.viradasustentável.com  

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Autor: Nadja Costa

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Pele animal está dentro ou fora de moda?

O casaco de pele sempre esteve presente nas passarelas de alta costura de todo o mundo. Em 2011 a coleção de Outono/Inverno veio recheada de coletes e jaquetas de pele animal. A tendência gerou polêmica nas redes sociais e grandes estilistas já foram alvo de protestos contra suas criações. 

Toda esta indignação tem fundamento:
 

Segundo o livro "Guia dos Curiosos", para fazer um casaco de pele, é necessário matar: 24 raposas ou 65 visons ou 8 focas ou 42 raposas vermelhas ou 400 esquilos ou 30 lontras e para ter uma idéia de quantidade, só na França são abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim.
 

Outro ponto relevante são os processos da indústria de peles, que são realizados visando apenas não danificar a pele do animal e por isso, utilizam de métodos cruéis e rudimentares de captura, criação em cativeiro, abatimento e retirada da pele.

O que antes era visto como glamour hoje se tornou um ato de desrespeito à preservação do meio ambiente.
 

A boa nova é que é possível andar na moda sem ser conivente com a crueldade com animais. A indústria têxtil evoluiu e há uma vasta opção de materiais sintéticos que imitam fielmente as peles originais, abolindo de vez a necessidade da produção de roupas com pele verdadeira.
 

Na Besni vocês já podem conferir nossa coleção Outono Inverno com várias opções de jaquetas e coletes de pele, todas é claro, de material sintético! 

 

Coletes Besni

 

Casacos Besni   

Saiba mais sobre tendências de moda acessando: http://www.combinacomvoce.com.br/  

Fontes de Referência:
PETA
Projeto Esperança Animal (SP)
Blog Combina com você

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Autor: Nadja Costa

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Parques de SP ganham mobília de lixo plástico

 

Em meados de fevereiro, quem andar pelos parques da cidade de São Paulo poderá encontrar novos bancos, jardineiras e lixeiras feitos de um material de aparência semelhante à madeira, mas que, na verdade, é plástico reciclado.

Os 500 objetos foram fabricados a partir das 13,5 toneladas de resíduos plásticos recolhidos no Autódromo de Interlagos, durante o GP da Fórmula 1, além de cinco parques da cidade.


Para transformar lixo em mobília urbana os resíduos viram pequenos grãos que, em seguida, passam por um processo de intrusão. Com alguns aditivos, como o pigmento característico da madeira, os plásticos granulados são transformados em ripas do “plástico madeira”, a matéria-prima para a confecção dos móveis.


Entre os parques que receberão o material estão:
- Anhanguera
- Brás
- Trianon e
- Luz

Além de aproveitar o lixo, a mobília urbana de plástico reciclado tem maior durabilidade que objetos de madeira e também pode ser reciclada.

 

 

 

FONTE: Planeta Sustentável (adaptado)

 

 

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Autor: Nadja Costa

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Jundiaí tira de circulação 22 milhões de sacolinhas plásticas por mês

Parceria entre a prefeitura e os supermercados representa diminuição de 80 toneladas de lixo 

Nos supermercados de Jundiaí, no interior de São Paulo, a maioria dos clientes deixou de usar as sacolas de plástico para carregar as compras de supermercado em embalagens retornáveis, caixas de papelão ou sacola oxibiodegradáveis.

A mudança aconteceu após um acordo entre a prefeitura e os estabelecimentos para reduzir o uso das sacolas plásticas e oferecer alternativas aos clientes de como acomodar e transportar suas compras. Com isso, a Prefeitura de Jundiaí estima que 22 milhões de sacolinhas saíram de circulação, o que, ainda segundo a prefeitura, representa a diminuição de cerca de 80 toneladas de lixo por mês.

“Não é uma exigência, fizemos uma parceria com os donos de mercados e supermercados, que entenderam a emergência da questão”, diz o prefeito Miguel Haddad. O acordo vigora desde o mês de setembro.

Para que a ideia passasse a funcionar, uma campanha de conscientização foi iniciada em junho e os supermercados pararam de oferecer as sacolinhas convencionais, uniformizando a venda das retornáveis por R$ 1,85 e das oxibiodegradáveis por R$ 0,19 cada.

O diretor-presidente da rede Coopercica, Orlando Marciano, afirma que, em média, oferecia mensalmente um milhão de sacolinhas plásticas gratuitamente nas quatro lojas da rede em Jundiaí; com a mudança, esse número caiu para 60 mil saquinhos.

“A aceitação foi ótima. Alguém sempre reclamava, mas o desconforto foi só no começo. Hoje muita gente pegou o hábito e traz sua própria sacola retornável", reforça o prefeito.

 Fonte: Instituto Akatu (http://www.akatu.org.br)

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Autor: Nadja Costa

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Como reduzir minha Pegada Ecológica?

Agora que você já sabemos o conceito de Pegada Ecológica seguem algumas dicas de como reduzir os impactos causados por nossos hábitos: Alimentação

Se você consome os alimentos da estação, frutas, verduras, legumes e cereais produzidos localmente, através da agricultura orgânica, parabéns! Assim você contribui para a redução do uso de agrotóxicos e para uma exploração mais racional dos recursos do planeta.
Por isso, evite alto consumo diário de carne animal, de produtos industrializados e de fast food. Além de uma dieta mais saudável, você irá evitar a produção de muitas embalagens, que logo viram lixo.

Consumo

O excesso de hábitos consumistas é um dos fatores que mais contribui para o esgotamento das reservas naturais do planeta. Sendo assim, evite substituir aparelhos desnecessariamente e reduza o consumo de produtos descartáveis. Além de reduzir sua Pegada, esses hábitos vão fazer bem para seu bolso!
Procure adquirir produtos “verdes”, de empresas que estejam envolvidas em programas de responsabilidade socioambiental e certificadas com o ISO 14001 (certificação ambiental).
Ao comprar carvão e palmito em conserva, verifique na embalagem se o produto é registrado no IBAMA. Quando não há registro, a retirada destes recursos da floresta foi ilegal.
Não compre orquídeas e bromélias à beira das estradas, pois podem ter sido retiradas da floresta, de maneira predatória. Prefira plantas vendidas em lojas e supermercados, cultivadas por produtores legalizados.
Ao comprar móveis e madeiras, dê preferência aos que possuem  madeira  certificada com o selo FSC. Mais informações, visite o site
www.fsc.org.br.
Nunca compre animais silvestres de origem desconhecida. Caso queira muito adquiri-los, certifique-se de que sua criação tem certificação do IBAMA.

Moradia

Se você mora com a família ou com amigos pode ter certeza de que está contribuindo para a redução de suas pegadas, pois, no coletivo, a água, a energia e outros recursos naturais são sempre melhor aproveitados. Quem mora sozinho, em geral, desperdiça mais. Procure identificar vazamentos em sua casa, evite o uso da mangueira para limpar calçadas ou lavar o carro e acumule roupas para lavar e passar. Você pode poupar energia com a utilização de lâmpadas fluorescentes, eliminando sacos plásticos da sua geladeira e optando por aparelhos elétricos e eletrônicos com o selo PROCEL, pois estes consomem menos energia. Desligue aparelhos da tomada, quando não estiverem sendo utilizados, privilegie sempre a iluminação de ambientes com luz natural e procure utilizar as escadas em vez do elevador.
No Brasil a maior parte da energia consumida é produzida por hidrelétricas, que exigem, para seu funcionamento, a construção de grandes barragens. Dessa forma, torna-se necessário represar rios e inundar áreas, reduzindo as florestas, impactando a vida de milhares seres vivos, retirando comunidades de suas terras e alterando os climas locais e regionais.

Transporte

O aquecimento global é causado, em grande parte, pelos gases da combustão dos motores dos automóveis. Por isso, um transporte sustentável tem de utilizar a energia de maneira eficaz, ou
seja, transportar o máximo de carga possível gastando o mínimo de combustível. Dessa forma, evite andar de carro sozinho. Você pode ampliar suas formas de locomoção, utilizando bicicletas, percorrendo pequenos trechos a pé, privilegiando o uso de transporte coletivo ou organizando caronas solidárias com colegas de trabalho ou da escola.
Fazer a revisão de seu veículo particular também é importante, além de abastecê-lo com combustíveis alternativos (álcool, gás natural, biocombustível) e dirigir com pneus calibrados.
As viagens de avião também devem ser repensadas. Um avião em uma viagem do Brasil à Europa, despeja uma quantidade de carbono na atmosfera que um carro, percorrendo 30 km por dia, produziria em mais de dois anos. Dessa forma, reveja seus itinerários e a necessidade de viajar. Reuniões de trabalho, muitas vezes, podem ser realizadas via teleconferência, evitando grandes deslocamentos e gastos desnecessários.
 


Com estas dicas práticas e bastante simples podemos fazer nossa parte na preservação do meio ambiente e assim, contagiar os que estão ao nosso redor a fazerem o mesmo!  

>"Eu posso contribuir com apenas uma gota de água para o oceano, mas com a minha gota, ele jamais será o mesmo."

Madre Teresa de Calcutá


O que você mudou na sua rotina a favor do meio ambiente? Compartilhe conosco, deixe um comentário!

Fontes de referência:
www.pegadaecologica.org.br

 

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Qual a sua Pegada Ecológica?

A expressão Pegada Ecológica, em inglês ecological footprint, refere-se à quantidade de “planetas” que seria necessária para nos sustentar.

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da natureza.

A Pegada Ecológica é uma estimativa que nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer e renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos em todos esses anos.

Seu estilo de vida diz tudo: Qual a relação entre o seu cotidiano e o meio ambiente?

Alimentação
A alimentação é um item muito importante da nossa qualidade de vida, mas, além disso, uma dieta natural e equilibrada é bastante favorável à preservação dos ambientes.
Por trás do consumo de alimentos está o impacto ambiental causado pelo uso de agrotóxicos, desmatamento de florestas nativas para a plantação de monoculturas, queimadas dos resíduos da agricultura, entre outros.
A falta de informação no momento em que escolhemos o que levar à mesa e o desperdiço acarreta a uma exploração irracional dos recursos do planeta. Lembre-se de que não faltam alimentos no mundo e sim uma distribuição mais justa. 

Água
Todos os dias você escova os dentes, toma banho, lava as mãos, faz comida, lava a louça e a roupa, utiliza a descarga.
Você já pensou o quanto tudo isso consome de água por dia?
Você já parou para pensar o que aconteceria se todos no planeta agissem como você?
 

Energia elétrica
Diariamente, você faz funcionar quase que inconscientemente luzes e eletrodomésticos como chuveiros, computadores, microondas etc. Também ouve música ou notícias no rádio, assiste a programas de TV, lava e seca roupas em máquinas, usa elevadores, escadas rolantes, ar condicionado. Você já pensou quanto tudo isso “custa” ao meio ambiente?

No Brasil, apesar do grande potencial eólico e solar, a maior parte (97%) da energia que consumimos é elétrica produzida por hidroelétricas, que exigem para seu funcionamento a construção de grandes barragens.

Consumo e descarte
Quanto mais consumimos, mais lixo produzimos. Os resíduos naturais, ou matéria orgânica, podem ser inteiramente absorvidos pela natureza, mas materiais como o plástico, metal, borracha e outros não podem ser eliminados da mesma forma. Eles levam milhares de anos para se desfazer no ambiente. Mas você pode contribuir (e muito!) se separar e reciclar os materiais descartados.  

Transporte
Quanto você se desloca por dia? De que forma? Carro, ônibus, trem, metrô, a pé ou de bicicleta?
A maioria dos meios de transporte que utilizamos em nosso cotidiano utiliza combustíveis fósseis, como o diesel e a gasolina. Por isso, um transporte sustentável tem de transportar o máximo de pessoas possível gastando o mínimo de combustível.

 

Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta, ou seja, de acordo com o que a Terra pode nos fornecer.

Avaliar até que ponto o nosso impacto já ultrapassou o limite é essencial, pois só assim poderemos saber se vivemos de forma sustentável.

Ficou curioso?
Faça o teste e calcule o seu impacto sobre o planeta.

http://www.pegadaecologica.org.br/ 

Semana que vem confira aqui dicas de como reduzir sua Pegada Ecológica! 

 

Besni Sustentável: Preservar nunca sai de moda!  

- Fontes:
WWG Brasil
CEPEL

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Papel de bagaço da cana de açúcar

1 tonelada de papel branco novo precisa de 60 eucaliptos de 6 anos de idade, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia para ser produzido. 

Diante deste cenário fica fácil concluir que a fabricação de papel é uma atividade altamente poluidora. Empresas fabricantes de papel são classificadas como motivadoras de desmatamento, alteradora de paisagens com plantações de eucaliptos, poluidoras de rios e lagos e grandes emissoras de gases do efeito estufa. 


A Besni pensando em alternativas para reduzir nosso impacto ambiental, optou pela substituição do papel branco pelo papel produzido com bagaço de cana de açúcar em seus escritórios, no centro de distribuição e em todas as lojas da rede.  

Porque o papel de cana de açúcar?



Primeiramente porque utiliza um resíduo de grande abundância como matéria-prima. O bagaço da cana é o resíduo da moagem para retirada da garapa e posteriormente o açúcar. Até pouco tempo o bagaço tinha três possíveis destinos: servir de combustível para as próprias usinas ou servir de adubo em algumas culturas e a sobra, sua maior parte, era encaminhada para a queima, atividade que emissora de gases do efeito estufa. Estudos comprovaram que no bagaço da cana existem fibras de qualidade para fabricação de papéis com níveis de pureza, biodegradabilidade e reciclagem de 100%. A produção de papel a partir destas fibras utiliza menor quantidade de produtos químicos na transformação e atinge 89º de brancura, absorvendo assim melhor a luz do que os demais papéis reciclados, facilitando a leitura. 

Assista ao vídeo abaixo e entenda como é o processo de fabricação do papel de bagaço de cana.



 

Besni combina com o preservar o meio ambiente, combina com você!

 

 Fonte de referência: GCE Papéis (http://www.gcepapeis.com.br)

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e-Lixo

Hoje em dia quem consegue resistir a tantas novidades tecnológicas? No Brasil, o tempo médio de uso de um celular é inferior a dois anos e o de um computador é de quatro anos nas empresas e cinco anos nas residências. O problema é que quando você descarta um equipamento eletrônico que não possui mais utilidade, você está gerando um lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo”.

São materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, liquidificadores, microondas, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana.

Alguns dados


- Em 2009, no Brasil, foram comercializados 11 milhões de computadores. Estima-se um crescimento das vendas em 16%, para este ano;

- Em 2007, pela primeira vez, o mercado brasileiro comercializou mais computadores do que televisores;

- O número de pessoas com acesso à internet no país chegou a 46,9 milhões em março deste ano;

- Daqui a quatro anos, cerca de 1,8 bilhões de pessoas, ou 25% da população mundial, vão estar conectadas à rede mundial de computadores;

- Em 2006, foram comercializados, no Brasil, 10,8 milhões de televisores novos. Com essa expansão, nove entre dez casas possuem aparelhos de televisão atualmente.

 Então, imagine o seguinte cenário: Hoje, o país tem 130,5 milhões de celulares. Se daqui a dois anos todos forem trocados, aonde é que vai parar esta montanha de celulares descartados? A boa notícia é que boa parte deste lixo pode ser reutilizado em equipamentos ou outros produtos novos. Basta que todos dêem um destino adequado ao seu “e-lixo”.

Dicas

- Você trocou de celular, computador ou algum outro equipamento eletrônico e não sabe o que fazer com o antigo? Não jogue no lixo! Veja se o equipamento antigo ainda tem alguma utilidade pessoal ou profissional. Em caso negativo, somente doe o equipamento para alguém ou alguma entidade que você sabe que vai usá-lo;
- No momento da aquisição, prefira equipamentos com várias funções. Um aparelho pode substituir dois ou três;
-
Procure sempre produtos que consumam menos energia e dê preferência àqueles com selo Procel de Economia de Energia;
-
Não compre produtos de origem duvidosa, sem garantia e responsabilidade sócio-ambiental; procure saber se o fabricante do eletrônico possui certificação ambiental;
-
Se não for usar o seu equipamento eletrônico, deixe-o desligado. A geração de energia tem custo para o meio ambiente;
-
Lembre-se que o monitor é responsável por 50% da energia consumida do seu computador;
-
Imprima somente o necessário. Além de economizar papel, você aumenta a vida útil do cartucho da impressora e do próprio equipamento;
-
Não acumule pilhas usadas dentro de casa, leve-as para um posto de coleta assim que forem inutilizadas. O vazamento de baterias pode causar danos à saúde.

Para facilitar a vida de quem quer descartar eletroeletrônicos antigos, a Secretaria do Meio Ambiente em conjunto com o Instituto Sérgio Motta lançou em março, um site onde o internauta insere o CEP de sua residência, escolhe o tipo de material a ser descartado e aguarda o buscador selecionar os pontos próximos do endereço sugerido. O E-lixo Maps, como foi chamada a ferramenta, funciona no site e-lixo.org e conta com 750 postos cadastrados na capital e em outras grandes cidades do Estado. A página usa a plataforma Google Maps para localizar os endereços. Outra opção é ligar na assistência técnica autorizada do fabricante e pedir uma indicação do destino adequado.


Fontes:
- E-lixo Maps (http://www.e-lixo.org)
- Multirão do lixo eletrônico (http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico)
- Jornal “O Estado de S.Paulo”
- IT Web (
http://www.itweb.com.br)

 

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Maioria não vai às compras com sua Ecobag

 

 

Pesquisa conduzida por uma confecção de sacolas ecológicas, a Gatto de Rua, expôs um problema que diretores de grandes redes de hipermercados já haviam constatado: o aumento no número de pessoas que têm ecobags não necessariamente significa uma diminuição do consumo de sacolas plásticas na mesma proporção.

De todas as pessoas consultadas, apenas 34% possuem as sacolas ecológicas. Dessas, 71% não estavam utilizando sua ecobag na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram: esquecimento, pouca praticidade para carregar a sacola e a opção de alguns consumidores em reciclagem das sacolas plásticas para outros fins.

Isso mesmo: a maioria das pessoas que têm ecobags não as levam para as compras! Essas sacolas são usadas como bolsas comuns e até (e somente) como acessório de moda.

De que adianta usar uma sacola que estampa palavras como: “consumo sustentável”, “não sou de plástico”, “consciência ambiental”, se ela não está diminuindo realmente o consumo de plástico, como era a sua proposta original? Só por que ser “verde” virou moda?

Algumas dicas para ter sua Ecobag sempre à mão:

Aos que nunca lembram de pegar sua Ecobag antes de sair, para os que decidem comprar coisas “no meio do caminho” – ou seja, saíram de casa sem ter o intuito de comprar – e também aos que não acham as ecobags práticas:

* Sempre tenha uma ecobag mais prática na bolsa. A Ecobag da Besni dobrada vira uma bolinha que não ocupa muito espaço. 
* Já os homens também podem encontrar alternativas. É só ter uma ou duas sacolinhas plásticas no bolso do casaco ou da calça. Se cabe uma carteira, cabe uma sacolinha imperceptível.
* Em casa deixe sua ecobag bem a vista, em locais que você sabe que irá olhar antes de sair para as compras. Quem sabe, a ecobag pode até virar decoração na sua sala ou na sua cozinha.
* Tenha sempre uma ecobag dentro do carro para quando resolver dar uma passadinha no shopping ou no supermercado.
* Se você vai ao supermercado ou à feira com aqueles carrinhos de metal, abra sua ecobag dentro dele e sempre deixe por lá.

 

 

 

A ecobag do Besni Sustentável está disponível para venda em todas as lojas Besni. Procure um atendente, informe-se, faça a sua parte e não fique de fora desta moda! 

Besni Sustentável: Preservar nunca sai de moda! 

Fonte de referência: http://www.varejosustentavel.com.br

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Autor: Nadja Costa

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Social Silício (latim: silex, ou "pedra dura")

Da Rede Brasileira de Informação Ambiental - REBIA

Muito se fala em responsabilidade ambiental. Consumo consciente. Cálculos e mais cálculos são feitos, refeitos e disseminados. Escolha a pedra e a vidraça: Setor de florestas plantas, celulose e papel, produtos eletrônicos, indústria da carne, produtores de energia, de combustível; culpe os cadáveres e as valas.

Somos produtores de impacto ambiental. O que fazemos, na melhor das hipóteses, é encontrar a maneira possível de lidar com os resíduos que geramos e não apenas empurrá-los para debaixo do tapete.

Se usamos papel, ele vem de florestas plantadas para este fim. Todo o processo é rastreável. Se tomamos sorvete, devemos lembrar que nele há celulose solúvel, assim como em outros alimentos. Se usamos tencel, devemos lembrar que ali naquela estrutura de vestiário há eucalipto. Se conhecemos em nosso cotidiano absorvente e fraldas descartáveis, devemos lembrar que nestes produtos há celulose.

Se utiliza papel reciclado, sabe o custo altíssimo para sua produção? E que a matéria-prima para produção de papel reciclado é a fibra virgem? O papel original?

Se usamos roupas de algodão, imagine só de onde vem? Plantios comerciais. Monocultura. Em uma sociedade cada vez mais urbana, os alimentos que compõem nossos pratos e os produtos que estruturam nossos lares e guarda-roupas provêm de indústrias que precisam de matéria-prima em larga escala. Como obter? Come carne? Come hortaliças? Onde são cultivadas?

As pesquisas desenvolvidas em universidades e empresas buscam encontrar matrizes energéticas limpas e viabilizar o custo para disseminar sua utilização. Processos são constantemente readequados para garantir a famigerada sustentabilidade. O homem está em busca da harmonia que havia no Éden. Após a queda, em virtude do pecado, o ser humano oscila entre buscar voltar ao ventre (barro e sopro) do criador ou estabelecer a própria Terra do nunca.

Você usa algum eletrônico? Ou sua vida, de certo modo, passa pela dependência de algo eletrônico? (não vale esquecer sistema Bancário). Vi recentemente uma atualização de uma matéria antiga. O que fazer com o lixo eletrônico? Parecia mais uma frase de música pop. Uma pedra dura no sapato social, o sílex, ou silício é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, componentes semicondutores. Muito usado na produção de ligas metálicas, ele é material básico na produção de chips; ou seja, é muito importante para indústria eletrônica e microeletrônica. A obtenção dele na natureza causa um super impacto (processo siderúrgico), mas e sua funcionalidade, aplicabilidade? Ele representa mais da quarta parte da crosta terrestre e é o segundo elemento mais abundante. (perde pro tão contaminado oxigênio)

Antes de vestir a camisa e hastear a bandeira ativista de ambientalistas (de onde vem os recursos, objetos e produtos dos ambientalistas?) deve-se pensar no impacto ambiental que causamos só de simplesmente existir. Comer digerir e defecar.

Nossos processos de comunicação precisam amadurecer. Como fazer uma coisa economicamente viável e socialmente interessante sem “agredir” o meio ambiente? Ser responsável e consciente ao consumir e produzir. Sabedoria e não radicalismo.

Don’t look back in anger.

Lembrei de mais coisas, mas... Minha cabeça agora está doendo. Tomo um chá ou comprimido?

Muitas vezes olhamos para cima e nos maravilhamos com as luzes, pensando estar vendo um lindo céu estrelado. Na verdade, podemos estar dentro de uma caverna, olhando o rabo luminoso de larvas (Arachnocampa) que produzem um tipo de seda. O brilho como isca, a seda como arma.

Todos os dias, Deus nos dá aulas práticas sobre os assuntos elementares que tentamos tratar nas ciências sociais, físicas e tantas outras.

Material didático: a Bíblia.

Permita-se

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Autor: raquel

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